Para os profissionais de marketing mobile, navegar pelos complexos modelos de preços das plataformas de engajamento do cliente pode ser um desafio. Você deseja determinar o modelo de preços perfeito para seu aplicativo, evitando pagar a mais? Neste artigo, vamos guiá-lo pelos prós e contras das abordagens existentes.
As plataformas de engajamento do cliente estruturam seus níveis de preços com base nos cenários necessários, considerando a maturidade dos aplicativos e as tarefas que eles visam resolver. Um dos principais critérios é baseado no estágio de crescimento do aplicativo, que pode ser medido pela contagem de usuários ou de dispositivos. Vamos aos detalhes.
Modelos de preços baseados em MAU
Muitas plataformas de engajamento do cliente utilizam a contagem de MAU (Usuários Ativos Mensais) como método de cobrança.
No mercado mobile, MAU representa o número de usuários únicos que interagem com um aplicativo dentro de um mês. A definição do que constitui engajamento pode variar, mas geralmente gira em torno de ações significativas do usuário, como abrir o aplicativo, fazer login, realizar uma compra, iniciar uma sessão ou visualizar uma página.
No entanto, quando se trata de plataformas de engajamento do cliente, elas frequentemente aplicam suas próprias interpretações de MAU, que podem diferir da definição padrão do mercado ou incluir parâmetros adicionais. Isso leva a fatores ocultos e complexidades que as empresas precisam conhecer. Vamos aprofundar nessas interpretações para entender melhor suas implicações nos preços.

1. Modelo de preços baseado em MAU + pontos de dados (na verdade, em pontos de dados)
Usado por: Braze, CleverTap.
Nesta abordagem, os níveis de preços são baseados na contagem de MAU e incluem um limite pré-definido de ‘pontos de dados’ para cada MAU.
Pontos de dados se referem às informações registradas nos perfis dos usuários e incluem várias ações do usuário dentro do aplicativo: visualizações de página, cliques em um link e compras — bem como alterações nos perfis dos usuários ou transições para outro segmento.
O fato de haver um limite no número de pontos de dados para cada MAU muitas vezes não é indicado explicitamente, então é sempre uma boa ideia explorar a documentação do provedor e buscar transparência na cobrança.
Custo-benefício para: aplicativos que usam plataformas de engajamento do cliente principalmente para fins analíticos, em vez de campanhas de engajamento.
Por outro lado, aplicativos com alto engajamento de usuários e experimentos de marketing frequentes (testes A/B/n, experimentos com tags/segmentos) podem achar desafiador projetar com precisão o uso de pontos de dados.
Exemplo: Digamos que, no plano que você selecionou, você tenha 700 pontos de dados alocados para um MAU. Esses pontos de dados poderiam ser distribuídos da seguinte forma:
- 100 atributos de usuário que mudam a cada mês;
- 50 eventos, com 10 atributos para cada evento, totalizando 500 pontos de dados.
Atualmente, essa alocação pode ser suficiente para suas necessidades. Mas e se, após um mês, você decidir começar a coletar novos eventos e não se encaixar mais nos limites? Em suma, com essa abordagem, você fica limitado em termos da quantidade de dados que pode colocar em operação.
| 🤔 Limitações do modelo de preços baseado em MAU + pontos de dados | ||
|---|---|---|
| Baixa previsibilidade do uso de pontos de dados e do custo final: Prever quando o limite de pontos de dados não será mais suficiente para suas necessidades é desafiador – isso pode acontecer de forma inesperada e abrupta. Para enfrentar esse desafio, você precisa prever todas as mudanças em eventos personalizados e atributos de usuário a longo prazo. |
2. Modelo de preços baseado em MTU (Usuários Rastreados Mensalmente)
Usado por: MoEngage, Mixpanel, Amplitude, mParticle.
O modelo de preços baseado em MTUs é uma forma de calcular a cobrança com base no número de usuários que realizam um ou mais eventos qualificáveis dentro de um mês.
Cada plataforma define um evento qualificável de acordo com seus próprios critérios. Notavelmente, a definição pode incluir eventos que não são gerados pelos próprios usuários e, portanto, não refletem a contagem real de usuários engajados.
Custo-benefício: quando a definição de MTU de uma plataforma se alinha com o entendimento do mercado sobre MAU. Nesses casos, o modelo oferece boa previsibilidade.
| 🤔 Limitações do modelo de preços baseado em MTU | ||
|---|---|---|
| ROI mais baixo: Como a contagem de MTU pode não ser igual ao número de usuários engajados, o ROI das campanhas de marketing pode ser menor. |
Para superar todas as incertezas em torno dos modelos de preços baseados na interpretação da contagem de MAU, surge uma opção alternativa: um modelo de preços baseado na contagem de dispositivos.
Modelo de preços baseado em assinantes de push
Usado por: Pushwoosh, OneSignal.
Este modelo de preços calcula o custo de uma plataforma de engajamento do cliente com base no número total de assinantes de push (dispositivos com tokens de push válidos). Os planos de preços baseados na contagem de dispositivos geralmente vêm com pontos de dados ilimitados.
Custo-benefício para:
- Aplicativos que realizam inúmeros experimentos de marketing (executando testes A/B/n, criando múltiplas tags e segmentos) e desejam evitar pagar a mais por pontos de dados excessivos resultantes dessas atividades.
- Aplicativos cujo principal canal de engajamento são as notificações push e que querem garantir que paguem apenas por usuários alcançáveis.
Exemplo: O Plano Base da Pushwoosh inclui uma cota de 1.000 assinantes de push gratuitamente, com cada 1.000 assinantes adicionais a um custo extra de US$ 3 por mês. O modelo de preços baseado em assinantes de push garante transparência e permite que as empresas tomem decisões bem informadas.
| ✅ Benefícios | 🤔 Limitações |
|---|---|
| _ Cobrança previsível: Os aplicativos não precisam prever o uso de pontos de dados; _ ROI mais alto para campanhas de notificação push: Os aplicativos são cobrados apenas pelo número de usuários que podem ser alcançados via notificações push. * Acesso a todo o público Pelo custo que você paga, você adquire acesso a todo o público e pode, posteriormente, reengajar usuários que não interagiram com o aplicativo, tudo sem incorrer em despesas extras. | * Dificuldades de navegação: Como os profissionais de marketing mobile estão acostumados a planejar suas estratégias de engajamento com base em MAUs, pode ser desafiador para eles navegar por níveis de preços baseados em uma métrica diferente, como o número de assinantes de push. |
💡Embora tanto a OneSignal quanto a Pushwoosh compartilhem uma abordagem baseada em assinantes, uma distinção fundamental surge em sua estratégia de preços para mensagens in-app. Ao contrário do preço fixo da Pushwoosh, a OneSignal cobra por impressões in-app, o que pode resultar em custos flutuantes. Essa distinção destaca a importância da previsibilidade do orçamento e do engajamento sem limites.
Decidindo o modelo de preços perfeito para o seu aplicativo
Portanto, se um modelo de preços funciona bem para um determinado aplicativo depende das táticas de engajamento do aplicativo, bem como das especificidades de sua estratégia de marketing e planejamento financeiro.
Aplicativos que usam plataformas de engajamento do cliente mais para análise do que para campanhas de engajamento podem se adaptar ao modelo baseado em pontos de dados.
O modelo de preços baseado em MTU pode oferecer cobrança previsível caso a definição de MTU compreenda apenas eventos iniciados pelos usuários.
Finalmente, para aplicativos que buscam custo-benefício ao experimentar táticas de marketing e direcionar usuários por meio de notificações push, o modelo de preços baseado em assinantes de push se mostra a escolha ideal.
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