Fazer o check-in de eventos com ingressos na wallet exige 3 coisas no local: leitores que reconheçam o código de barras dos seus ingressos, um sistema de ingressos que aceite cada código uma única vez e um plano para a fila no pico de chegada. O ingresso na wallet é só um código de barras num celular. Tudo o que deixa o check-in rápido ou lento acontece no portão.

No Pushwoosh, os ingressos são emitidos e atualizados na mesma plataforma das suas mensagens, então você pode rodar wallet passes para eventos com o check-in planejado desde o primeiro dia.

Leitores e formatos de código de barras

Escolha o formato do código antes de desenhar o ingresso.

FormatoUso comumApple WalletGoogle Wallet
QRA maioria dos eventos e locaisSimSim
PDF417Transporte e alguns sistemas de ingressosSimSim
AztecTrens e alguns sistemas de ingressosSimSim
Code128Leitores lineares antigosSimSim
EAN-13Códigos lineares no estilo varejoNãoSim

Telas de celular são mais difíceis de ler que papel para leitores a laser mais antigos. Leitores 2D por imagem leem QR, PDF417 e Aztec em telas com segurança. Se o seu local ainda usa leitores a laser, teste com celulares reais, no brilho máximo e no mínimo, antes do evento, não na noite do show.

No Brasil, onde o Android passa de 85% dos celulares, boa parte da fila vai chegar com aparelhos de entrada, como os da linha Galaxy A ou Moto G. Inclua esses modelos no teste dos leitores, com o ingresso aberto no Google Wallet.

Um ingresso de evento no Apple Wallet com um QR code grande para leitura na entrada do local

Validação: 1 código, 1 entrada

O leitor lê o código. O seu sistema de ingressos ou de controle de acesso decide se ele é válido: evento certo, dia certo, sem uso anterior. É essa checagem que impede um print encaminhado de deixar uma segunda pessoa entrar.

Ingressos na wallet não substituem essa etapa. Um QR pode ser compartilhado, e o Pushwoosh não tem um recurso antifraude separado. A validação fica com o seu sistema de ingressos.

Depois de uma leitura bem-sucedida, você pode atualizar o ingresso pela API, por exemplo para mostrar “Check-in feito” ou para invalidá-lo em eventos de entrada única.

Leitura offline

O sinal some no pior momento possível: quando milhares de celulares chegam ao mesmo tempo. Planeje para isso.

O ingresso na wallet abre sem conexão, então o participante sempre consegue mostrá-lo. Se os seus leitores conseguem validar offline já é outra questão, e a resposta depende do leitor e do sistema de ingressos. Pergunte ao fornecedor se ele guarda em cache a lista de códigos válidos e sincroniza depois. E dê à equipe um plano B manual, como uma busca por nome ou número do pedido, para quando algo quebrar mesmo assim.

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Vazão no portão

No dia, a velocidade de leitura pode pesar mais que qualquer outra coisa. No Oscar, a Passcreator reportou pico de leitura de mais de 100 ingressos por minuto, mais que o dobro da taxa de 2022 (caso de concorrente, Passcreator; os passes da cerimônia nesse caso eram NFC, que o Pushwoosh não emite).

Nas filas com QR, 4 hábitos mantêm tudo andando:

  1. Ingresso pronto antes do portão

    Com relevância na tela de bloqueio por horário e localização do local, ninguém fica procurando o ingresso na fila.

  2. Brilho no máximo

    Uma placa no começo da fila: "Abra o seu ingresso e aumente o brilho da tela."

  3. Leitores suficientes para o pico

    Planeje para os primeiros 30 minutos depois da abertura dos portões, não para a média.

  4. Filas separadas

    Uma fila rápida para ingressos na wallet e uma fila de atendimento para impressos e problemas.

O que o público deve ver antes de chegar

O check-in começa na véspera. Envie o horário dos portões, a entrada e o transporte por push ou e-mail, e confira se o ingresso mostra a mesma entrada.

O SXSW, por exemplo, envia por e-mail um passe expresso pessoal com botões Add to Wallet, disponível a partir das 9h da véspera (caso de concorrente, Airship). O princípio vale para qualquer evento: o passe e a mensagem devem chegar juntos e dizer a mesma coisa.

Se uma entrada mudar no dia, atualize o campo do ingresso com uma change message para que o público veja na tela de bloqueio. Use as notificações do passe só para mudanças no próprio ingresso: a Apple e o Google não permitem promoções pelo passe.

Vários passes por participante

Alguns participantes precisam de mais de 1 passe: o ingresso do evento, o estacionamento, uma área VIP. Emita cada um como um passe próprio, com o seu próprio código, para que cada portão leia só o que controla.

📖

Checklist de check-in

  • Formato de código escolhido de acordo com os seus leitores.
  • Leitores testados com celulares e ingressos reais.
  • Validação no seu sistema de ingressos, com uso único quando necessário.
  • Um plano offline combinado com o fornecedor dos leitores.
  • Equipe orientada, com um plano B manual.
  • Uma mensagem na véspera e a relevância na tela de bloqueio configuradas.

Acelere o check-in com o Pushwoosh

O Pushwoosh emite ingressos nativos do Apple e do Google Wallet com o código que os seus leitores reconhecem, atualiza tudo no dia pela API e envia mensagens de chegada por push, e-mail e SMS na mesma jornada.

Check-in mais rápido não depende de celulares mais rápidos. Depende de o público chegar com o ingresso já aberto e a entrada já conhecida.

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Perguntas frequentes


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